Grandes autores

Grandes Autores

mestres, santos e sÁbios

Leia o perfil dos autores publicados pela Lótus do Saber. Alguns são conhecidos do grande público, como São João da Cruz, o grande místico da cristandade, ou Paramahansa Yogananda, autor do bestseller “Autobiografia de um Iogue” que publicamos com o texto original. Outros autores estão sendo publicados pela primeira vez, e o leitor ficará surpreso com a profundidade e a sabedoria desses escritos — especialmente selecionados pelo nosso conselho editorial —, que têm por objetivo transmitir conhecimento espiritual não-sectário.

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Os Cem conselhos de Padampa SangyéDilgo Khyentsé (1910-1991), autor do livro “Os Cem Conselhos de Padampa Sangyé”, considerado seu magnum opus — foi um dos maiores poetas, eruditos filósofos e mestres de meditação do budismo tibetano do século XX. Descendente do rei Trisong Detsen, do século IX, ele nasceu em Kham Derge, no Tibete oriental. Quando tinha sete anos, foi reconhecido como um das reencarnações de Jamyang Khyentse Wangpo por Shechen Gyaltsap Rimpoche (1871-1926) em Shechen, um dos seis principais monastérios da escola Nyingma. Recebeu ensinamentos completos — orais e práticos — de mais de 50 mestres de diferentes linhagens do budismo tibetano. Aprendeu a meditar, estudou o Dharma de modo geral, e, mais especificamente, o Tantra. Seu guru-raiz foi Shechen Gyaltsap Rimpoche. Recebeu ainda ensinamentos do 11° Tai Situ Rimpoche no monastério de Palpung, em Kyangma Ri-tro, e instruções completas de Khenpo Tubga sobre o Guhyagarbha Tantra e seus comentários.

Dilgo KhyentseDepois de completar as Práticas Preliminares (Ngöndro), Dilgo Khyentsé Rimpoche passou 13 anos em silêncio meditando em cavernas e eremitérios situados em regiões remotas. Aos 26 anos, depois de receber de Khyentse Chokyi Lodro (1893-1959), um de seus principais mestres, os principais poderes de Rinchen Terdzo (a coleção de Tesouros Revelados ou termas), Dilgo Khyentse pediu permissão para passar o resto da vida em meditação solitária. Khyentse Chokiy Lodro, porém, disse-lhe que o momento chegara para que ele transmitisse e ensinasse às pessoas os ensinamentos preciosos que recebera. Dilgo Khyentsé ficou famoso no Tibete por sua habilidade de transmitir os ensinamentos de cada linhagem budista de acordo com a sua tradição própria. Sua Santidade o Dalai Lama considera Dilgo Khyentsé Rimpoche seu principal mestre na tradição Nyingma e nos ensinamentos Dzogchen (a Grande Perfeição). Em 1959, quando a tomada de Lhasa pelos chineses estava iminente, ele, sua família (esposa e filhos) e alguns discípulos decidiram deixar o Tibete, indo para o Butão. A família real butanesa convidou-o para transmitir seus ensinamentos e ele atraiu muitos discípulos, tornando-se o mais importante mestre budista do país. Mais tarde, foi muitas vezes para Dharamsala, na Índia, para ministrar ensinamentos ao 14° Dalai Lama e começou a ensinar por todo o Himalaia, Índia, Ásia meridional e Ocidente. Dilgo Khyentsé é considerado um mestre iluminado pelos seguidores do budismo tibetano e um ser humano totalmente bom. É respeitado por todos os membros da diáspora tibetana e pelos centros ocidentais do budismo tibetano. Foi um dos poucos lamas a receber o título de “Sua Santidade”.

SS Dilgo KhyentseSua Santidade Dilgo Khyentsé Rimpoche escreveu inúmeros poemas, comentários e textos sobre meditação. Ele foi um Terton (descobridor de tesouros espirituais), e descobriu muitos termas. Fundou em 1980 o monastério de Shechen Tennyi Dargyeling, no Nepal, e transplantou a tradição de Shechen para uma nova casa, perto da grande stupa de Boudhanath, nas imediações de Kathmandu. Até o seu parinirvana, em 1991, Dilgo Khyentjsé Rimpoche publicou mais de 300 volumes sobre a extraordinária herança dos ensinamentos do budismo tibetano. Após a morte de Dudjom Rimpoche, em 1987, tornou-se o chefe da Tradição Nyingma até 28 de setembro de 1991, quando morreu no Butão. Suas cerimônias de cremação foram feitas durante um período de 300 dias perto de Paro, no Butão, culminando em novembro de 1992, quando cerca de 100 lamas importantes, a família real e os ministros do Butão, 500 discípulos ocidentais e uma multidão de aproximadamente 50 mil devotos, estiveram presentes aos seus ritos finais.

O que é ReligiãoSwami Vivekananda (1863–1902) — filósofo, iogue, místico, cantor e poeta —, nasceu em Calcutá, na Índia, numa família aristocrática, e recebeu o nome de Narendranath Datta. Filho de um renomado advogado, antes de completar 6 anos já sabia de cor todas as histórias do Ramayana e do Mahabharata. Mais tarde, com sua memória prodigiosa, decorou a Enciclopédia Britânica, que lera apenas uma vez do princípio ao fim. Em discussões com eruditos na Inglaterra, numa época em que a Índia era uma colônia inglesa e os indianos eram considerados pagãos e idólatras, ele citava a enciclopédia para ilustrar seu ponto de vista, identificando os trechos mencionados com a página e o parágrafo. Foi o principal discípulo de Sri Ramakrishna, o grande místico da Índia do século XIX, considerado um avatar, e fundou a Ordem Ramakrishna. (O terceiro presidente, Swami Akhandananda, condiscípulo de Vivekananda, é o autor do livro “No Coração do Himalaya”, que publicamos). Vivekananda trouxe pela primeira vez para o Ocidente a ciência da ioga, os métodos de meditação e a vedanta, abrindo caminho para todos que vieram depois dele. Harmonizou o Oriente e o Ocidente, a religião e a ciência, o passado e o presente. Em 1984, para celebrar o nascimento de Vivekananda em 12 de janeiro, o Governo da Índia instituiu o Dia Nacional dos Jovens, feriado em todo o país: “Acreditamos que a filosofia do Swami e os ideais que orientaram a sua vida e o seu trabalho sejam uma fonte de inspiração para a juventude da Índia e as gerações que estão por vir.”

Swami Vivekananda em ChicagoDepois de fundar a Ordem Ramakrishna e antes de partir para os Estados Unidos, Vivekananda passou alguns anos peregrinando anônimo pela Índia. Para não ser reconhecido, mudava de nome em cada lugar que passava, vivendo com grande austeridade. Em 11 de setembro de 1893, representando o hinduísmo no Primeiro Parlamento Mundial das Religiões, em Chicago, Vivekananda ergueu-se e proferiu as palavras que se tornaram célebres: “Irmãs e irmãos da América”, e a audiência inteira, milhares de pessoas, rompeu em aplausos, saudando-o freneticamente durante 2 minutos, numa espantosa reação. As palavras proféticas de Swami Vivekananda ecoaram como prenúncio do que está acontecendo hoje: “O sectarismo e a intolerância, cuja forma mais terrível de degeneração é o fanatismo — já há muito tempo se apossaram deste belo planeta. Cobriram-no de violência, inundaram-no inúmeras vezes com sangue humano, destruíram civilizações e levaram nações inteiras à desesperança. Se não fosse pela interferência desses terríveis demônios, a humanidade estaria num estágio muito mais adiantado de desenvolvimento… Espero que o sino que esta manhã tocou em honra desta convenção, anuncie também a morte de todo tipo de fanatismo, de todo tipo de perseguição, seja com a espada, seja com a palavra, e de todo tipo de sentimento inclemente entre pessoas que caminham juntas, com o mesmo objetivo.” E concluiu seu discurso, no dia 27 de setembro, com as seguintes palavras: “Lamento profundamente que alguém possa sonhar com a sobrevivência exclusiva da sua própria religião e a destruição de todas as outras. Chamo a atenção de quem pensa desta forma para o fato de que, sobre a bandeira de todas as religiões, em breve estará escrito, a despeito de qualquer resistência: cooperação, e não confronto; inclusão, e não destruição; harmonia e paz, e não discórdia.”

Orador eloquente, Vivekananda fez palestras em Universidades, clubes, igrejas e fóruns, nos Estados Unidos e na Europa. Influenciou os líderes indianos e o pensamento ocidental do século XX. Numa palestra em dezembro de 1894, logo depois de fundar a Vedanta Society of New York, declarou: “Eu tenho uma mensagem para o Ocidente, assim como o Buda tinha uma mensagem para o Oriente.” Leia mais sobre Swami Vivekananda, sua vida e sua extraordinária mensagem clicando na capa do livro “O que é Religião”, que tem uma pequena biografia de Vivekananda assinada por Christopher Ishwerwood, escritor e dramaturgo inglês, autor de “Cabaré”.

No Coração do HimalayaGangadhar Gangopadhyay (1864-1937), mais tarde Swami Akhandananda, foi um dos dezesseis discípulos diretos de Sri Ramakrishna que se tornaram monges, e o 3º presidente da Ordem Ramakrishna, fundada por Swami Vivekananda, seu gurubai (condiscípulo). Nasceu em 30 de setembro de 1864, em Calcutá, filho de um sacerdote brâmane que era professor de sânscrito e praticava ioga e tantra. Bem cedo, Akhandananda aprendeu o alfabeto Swami Akhandanandainglês em um único dia e sabia de cor o Gita e os Upanishads. Com 8 anos, teve um abscesso entre as sobrancelhas e não quis tomar anestesia para fazer a intervenção cirúrgica, demonstrando seu controle sobre a dor. Na adolescência tornou-se um brâmane extremamente ortodoxo e cumpria todos as prescrições das escrituras, como tomar banho 4 vezes por dia no Ganges e cozinhar o próprio alimento, entre outras. Compassivo, dava as próprias roupas e a sua comida para os necessitados.

Aos 19 anos, Swami Akhandananda recebeu iniciação de Sri Ramakrishna, que escreveu um mantra na sua língua. Na companhia do Grande Mestre, deixou de seguir as regras rigorosas prescritas pela ortodoxia hindu e passou a se concentrar mais na prática da meditação, da renúncia e da devoção. Depois da morte de Sri Ramakrishna, Swami Akhandanandatornou-se um monge errante e cruzou o Himalaia, visitando o Tibete três vezes. Durante suas peregrinações, maravilhosamente narradas no livro “No Coração do Himalaya” ,  o swami passou por uma grande transformação interior, abraçando a causa dos pobres e necessitados, em quem descobriu o Deus que buscava na meditação: o caminho para a salvação consistia em trabalhar para a salvação dos outros. Sob a orientação de Swami Vivekananda, a quem reverenciava, começou a educar as massas, a ajudar em calamidades, a cuidar de vítimas do cólera e de outras doenças. Fundou o primeiro orfanato da Missão Ramakrishna, ministrando às crianças, além da educação formal, aulas de religião e meditação e um ofício (tecelagem, carpintaria, etc.). Swami Akhandananda morreu no dia 7 de fevereiro de 1937. Para ele, servir a Deus é servir ao próximo.

O Mestre da Kriya YogaAcharya Bupendra Nath Sanyal (1877-1962), autor de "O Mestre da Kriya Yoga", uma biografia de Lahiri Mahasaya, de quem era discípulo direto, era escritor e poeta. Nasceu numa família de brâmanes ortodoxos de pouco recursos, e perdeu o pai muito cedo. Precisou vencer grandes dificuldades para diplomar-se. Em 1903 começou a trabalhar na cidade de Santiniketan (morada da paz), como professor da escola Brahmachari Ashrama, de Rabindranath Tagore, a quem permaneceria ligado por profunda amizade a vida inteira. Convidado para assumir a direção da escola, ocupou com tal êxito o cargo que a transformou na Universidade de Visva Bharati, que significa, nas palavras de Tagore, “onde o mundo fez de um ninho a sua casa”. Na infância, Bupendra Nath ficou muito doente. Sua irmã mais velha, que era discípula de Lahiri Mahasaya, escreveu ao guru dizendo que temia pela vida do menino. Lahiri Mahasaya escreveu de volta assegurando-lhe que não se preocupasse, pois Bupendra Nath teria vida longa para realizar a missão para a qual estava destinado. A predição de Lahiri Mahasaya cumpriu-se inteiramente.

Bupendra Nath SanyalA espiritualidade precoce de Bupendra Nath era tão grande que Lahiri Mahasaya, seu guru, não hesitou em iniciá-lo em técnicas reservadas a raros ascetas. O adolescente provou que merecia a confiança nele depositada. Com apenas dois anos no caminho espiritual, tempo considerado muito reduzido para os padrões da ioga, e já tendo alcançado a realização divina, recebeu de Lahiri Mahasaya autorização para iniciar seus próprios discípulos, fato bastante incomum. Bupendra Nath Sanyal concedeu, ao longo da vida, iniciação em Kriya Yoga a muitas pessoas que vinham procurá-lo. A exemplo de seu mestre, jamais demonstrou ter qualquer tipo de preconceito de religião ou de nacionalidade. Mais tarde, ao aposentar-se, tornou-se o tutor particular dos príncipes de Narshinghgart Raj. Sua vida foi simples e disciplinada, como convinha a um brâmane. Foi também um dos mestres de Paramahansa Hariharananda, autor do livro “Kriya Yoga — O Processo científico de aperfeiçoamento espiritual e a essência de todas as religiões”. Sri Bupendra Nath Sanyal era casado e tinha filhos.

 

Autobiografia de um IougeParamahansa Yogananda (1893-1952) nasceu na Bengala, no norte da Índia, em 5 de janeiro de 1893. Seu pai exercia o cargo equivalente ao de vice-presidente da estrada de ferro Bengala-Nagpur. Yogananda foi o quarto filho a nascer (eram 8) e recebeu o nome de Mukunda Lal Gosh. Perdeu a mãe, a quem adorava, quando tinha onze anos, o que intensificou sua procura por Deus. Desde pequeno queria ser um iogue e viver nas neves do Himalaia, para onde tentou fugir várias vezes. Sempre procurou a companhia dos santos e recebeu inúmeras bênçãos. Sua linhagem espiritual começa em Mahavatar Babaji, o guru imortal de Lahiri Mahasaya, que por sua vez, foi o mestre de Sri Yukteswar, guru de Yogananda.

YoganandaEm 1920 Yogananda viajou para os Estados Unidos para participar do Congresso Internacional das Religiões, em Chicago. Ao chegar, sem conhecer ninguém, passou por grandes dificuldades. Tinha, porém, muitos poderes e atraiu a atenção de um grande número de pessoas sinceras. Com a ajuda de seus discípulos fundou uma organização para difundir os ensinamentos de kriya ioga no Ocidente. Em 1946, publicou pela Philosophical Library seu magnum opus, o livro “Autobiografia de um Iogue”, que se tornou um clássico da espiritualidade no mundo inteiro e foi consagrado pela crítica. O livro relata com bom-humor seus encontros com grandes santos, iogues e sábios e revela os poderes iogues inerentes ao despertar espiritual, que chamamos de milagres. A Lótus do Saber publica a edição original do livro, que sofreu centenas de mudanças no texto e nas fotos após a morte do amado mestre feitas pela organização que ele fundou. Entre elas, a mais polêmica foi a mudança da assinatura do guru. Leia mais clicando na capa do livro. Yogananda permaneceu nos Estados Unidos, onde morreu, em 7 de março de 1952, só tendo retornado à Índia uma única vez, em 1935

Afirmações Científicas de Cura Em 1929 Yogananda escreveu também o livro “Afirmações Científicas de Cura”. Se praticadas com fé e intensidade, essas afirmações transmitem o poder inegável de Yogananda para curar doenças do corpo, da mente e da alma. Yogananda também gostava de cantar e compor. Ouça trechos de seus cantos cósmicos nos CDs “Song of India”, “Haribol”, “Além dos Sonhos” e “Céu Azul”.

 

 

Kriya YogaParamahamsa Hariharananda (1907-2002) nasceu na Índia, no dia 27 de maio de 1907, na aldeia de Habibpur, Bengala, às margens do sagrado rio Ganges, a poucos quilômetros de distância do local onde nasceu Sri Chaitanya Mahaprabhu. Seu pai era um brâmane que conhecia profundamente as escrituras hindus. Para espanto geral, este menino, que se chamava Rabindranath, aprendeu de cor mantras, hinos e preces em sânscrito, e, com onze anos de idade, tomou os votos de brahmacharya. Recebeu iniciação em jnana ioga do guru preceptor da sua família, Bijoy Krishna Chattopadhyaya, um mestre realizado casado, discípulo de Trailanga Swami — contemporâneo de Lahiri Mahasaya (é citado no livro “Autobiografia de um Iogue”). Sob a orientação de Bijoy Krishna ele procurou Sri Yukteswar — guru de Paramahansa Yogananda — no seu ashram em Serampore, e dele recebeu a iniciação em Kriya Yoga, dedicando mais de 50 anos de sua vida ao ensino incansável dessa técnica. Foi iniciado na segunda kriya por Paramahansa Yogananda e recebeu as kriyas superiores de Bupendranath Sanyal, discípulo direto de Lahiri Mahasaya e autor do livro: “O Mestre da Kriya Yoga”. Paramahamsa Hariharananda passou vários anos praticando meditação sob rigorosa disciplina espiritual e observando o silêncio.

HariharanandaParamahamsa Hariharananda alcançou o estado de nirvikalpa samadhi, no qual o pulso e a respiração cessam, e foi incumbido por Mahavatar Babaji, com quem esteve duas vezes, a propagar a Kriya Yoga por toda parte. Em 1974 viajou para o Ocidente — esteve na Suíça, Alemanha, França, Holanda, Bélgica e Inglaterra, e chegou aos Estados Unidos em 1975. Milhares de pessoas foram transformadas por seu toque sagrado. Baba, como era chamado, era profundo conhecedor dos Vedas, Upanishadas, Bhagavad Gita, Brahmasutras, Smruti Shastras e Karmakanda, além da Torá, da Bíblia e do Alcorão. Em poucas palavras ele revelou a chave da autêntica Kriya Yoga: “O controle da respiração é o autocontrole; o domínio da respiração é o autodomínio; o estado sem respiração é a imortalidade.” No dia 3 de dezembro de 2002, Paramahamsa Hariharananda deixou tranquilamente o corpo mortal em seu ashram em Homestead, na Flórida, EUA. Seu corpo foi levado para a Índia, para ser enterrado junto aos seus ancestrais. Ao chegar à cidade de Bhubaneswar, Orissa, no dia 14 de dezembro, Baba recebeu honras de estado, uma homenagem nunca antes prestada a um monge. Foi sepultado em 15 de dezembro segundo a tradição monástica dos rituais védicos. Para finalizar a cerimônia de mahasamadhi, um Shiva lingam denominado Harihareshwara foi instalado no altar do samadhi, simbolizando a união de Baba com o divino. Em 18 de dezembro, dia de lua cheia, cerca de 200 monges e sadhus, filiados às mais diferentes tradições religiosas, ali se reuniram para orar. Paramahamsa Hariharananda pertence à linhagem espiritual de Mahavatar Babaji, Lahiri Mahasaya e Sri Yukteswar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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